Rinoplastia

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Rinoplastia é o nome do procedimento que visa alterar a estética do nariz, que em muitos casos gera incômodo à pessoa que tem o problema ou se identifica com um. São inúmeras as possibilidade quanto à alteração do formato das narinas. É possível, por exemplo:

  • Aumentar ou diminuir o tamanho
  • Melhorar a projeção da ponta do nariz
  • Remodelar as asas do nariz, afinando-as
  • Diminuir o calo do nariz, que é a giba óssea

Como é feita a rinoplastia

A cirurgia tem dois métodos e apresenta evolução há muitos anos. É um procedimento realizado desde o século XIX e traz resultados muito interessantes, de acordo com a preparação do médico envolvido. O procedimento pode ser:

Aberto – exorrinoplastia

Essa técnica cirúrgica consiste em uma pequena incisão no nariz, mais precisamente na sua base, no local entre as narinas, e também na sua parte interna. É indicada para grandes alterações na ponta do nariz da pessoa que está sofrendo a intervenção.

Fechado – endonasal

A técnica é baseada em incisões dentro das narinas. É o método usado para pequenas intervenções no nariz, mas também permite, de acordo com preferência do médico, grandes alterações no formato da ponta. O grande ponto a ser ressaltado nesse procedimento é a falta de contato visual do médico com o procedimento, exigindo experiência e qualificação. Não já levantamento de pele, o que faz o médico trabalhar praticamente sem ver.

A diminuição é um dos principais pedidos dos pacientes. Nesse procedimento, são retirados elementos como a cartilagem do nariz e às vezes é necessário redução óssea. Para retirada do calo e diminuição do calo e da base alongada, é usada a técnica de fratura do osso do nariz. Mas essa decisão é criteriosa. É importante saber que a rinoplastia deixa cicatrizes quase imperceptíveis.

Pré-operatório para a rinoplastia

Como toda cirurgia, a rinoplastia exige pré-operatório. Exames de sangue, avaliação cardiológica, dosagem de sódio e outros exames são pedidos de acordo com o paciente, bem como exames de imagem como tomografia para avaliação da estrutura do local a sofrer a cirurgia. Como qualquer procedimento cirúrgico, exige avaliação individual do médico.

Pós-operatório e curativos

Se antigamente o gesso era utilizado como agente para auxiliar na fixação das partes mexidas, atualmente o curativo é feito por meio de um plástico enrijecido. Sua vantagem é poder ser molhado, o que facilita na limpeza do local, não atrapalhando que a pessoa tome banho, por exemplo. O tempo com os curativos é de cerca de duas semanas.

Durante os primeiros sete dias após a cirurgia, o paciente pode apresentar alguma dificuldade em respirar. Existe, além do trauma, a chance de coágulos aparecerem nas narinas dificultando a respiração. Entretanto, com o uso de remédios específicos esses sintomas vão desaparecendo rapidamente.

O pós-operatório, na maioria dos casos, é indolor, mas em caso de problemas, analgésicos convencionais poderão ser indicados pelo médico a fim de aliviar dores que podem aparecer na mastigação, já que o local fica bastante sensível.

O repouso deve ser absoluto nos primeiros sete dias, com retorno gradual às atividades até o décimo

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